quarta-feira, janeiro 19, 2011

COMO CONTRATAR SEGURO RESIDENCIAL





Falar em seguro não é fácil. Muitas pessoas acreditam que contratar um seguro de vida, de automóvel ou mesmo residencial "atrai" coisas ruins.

A verdade, entretanto, é que na hora do aperto, muita gente se arrepende de não ter contratado um seguro. 

Por este motivo, penso que este post é um assunto legal. Falamos o tempo todo aqui no blog sobre lar, casa, conforto, família, etc. A contratação de um seguro, muitas vezes, garante que naquele momento difícil não sejamos privados das coisas que batalhamos tanto para ter.

Para começar, vamos acabar com alguns mitos:

1- Seguro não é para pessoas ricas apenas.
2- Contratar um seguro não dá azar.
3- As apólices de seguro não são tão complicadas assim.
4- É mentira que você paga e eles não indenizam.

Hoje, falaremos sobre o seguro residencial. Mas algumas dicas podem ser aproveitadas para outros tipos de seguros.

Um rápido be-a-bá dos termos empregados em  seguro:

Seguro: é o contrato pelo qual uma parte (segurador) se obriga a indenizar outra (segurado) pela ocorrência de evento coberto, mediante pagamento de um prêmio.

Prêmio: é o valor pago pelo seguro, mensal, anual, não importa.

Sinistro: é o nome dado pelo evento em que o bem segurado sofre prejuízo ou acidente.

Apólice: é o nome dado para o contrato de seguro realizado entre as partes.

Proposta de Seguro: é um documento previamente preenchido e assinado pelo segurado, descrevendo todas as características do bem e que serve para que a seguradora faça uma análise prévia do risco, decidindo pela contratação ou não do seguro.

Atenção: o preenchimento da proposta, apenas, não caracteriza a celebração do contrato de seguro. É ncessária a emissão da apólice.

É fundamental saber: 


1- Cotação de Preços: Os seguros sofrem variações de preço de uma seguradora para outra. Por isso, é fundamental fazer uma cotação entre as várias empresas do ramo, antes de contratar o seguro.

2- Fale com o Corretor de seguros: Este profissional, habilitado e com registro na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) é a pessoa ideal para expor as suas expectativas. Saberá orientá-lo na contratação do produto mais adequado e, no caso de um eventual sinistro, também quanto aos procedimentos e documentos necessários.

3- Converse com o Gerente do Banco: É bastante comum que as agências bancárias tenham corretores de seguros a fim de oferecer seguros para seus clientes. Concentrar todos os seus seguros e investimentos em uma mesma instituição pode ser vantajoso na hora de negociar o preço.

4- Defina as Coberturas: As mais comuns são incêndio, roubo, alagamento, inundação, danos elétricos, queda de raios, explosão e quebra de vidros.

5- Quanto vale o bem: Para quantificar o valor da indenização, não pense em valor de venda. Considere o quanto seria gasto para a reconstrução deste imóvel e o valor dos bens principais, aqueles que você acha mais importante garantir.

6- Analise atentamente cada cobertura: Algumas podem parecer absurdas e é natural que você deseje excluí-las a fim de diminuir o valor do prêmio. Cobertura de incêndio ninguém discute, mas as outras geram muitas dúvidas.

Para exemplificar, vamos a uma situação prática: Imagine que você mora em uma casa, está viajando e uma chuva fortíssima de granizo entupiu as calhas da sua casa. Toda aquela água desceu e a casa ficou alagada, danificando vários bens.

Se você contratou a cobertura e de alagamento e inundação, está tranquilo. Senão, tem um grande problema.

Todas as coberturas tem um fundamento e por isso, é bom verificar com calma antes de dispensar alguma delas. O ideal é que o seguro abranja a maior parte dos riscos.

7- Não exclua, diminua: Para as coberturas que oferecem menor risco, você pode determinar um valor menor a ser pago e, para as de maior risco, quantias maiores, a fim de estar garantido contra todos os eventuais prejuízos. Evite excluir coberturas apenas pelo preço.

8- Fique atento ao vencimento: Se você optou pelo pagamento mensal do prêmio, previna-se contra eventuais esquecimentos e impossibilidades. Agendamento dos pagamentos e débito em conta garantem o pagamento em dia, sem o qual a seguradora está desobrigada de indenizar em caso de sinistro.

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