sexta-feira, julho 24, 2015

Como Surgiram as Invenções Domésticas que Facilitaram a Sua Vida




E ontem, enquanto preparava um post para a nossa página no facebook, me dei conta de quantas coisas facilitam a nossa vida e não sabemos a sua origem. 

Ops, não sabíamos!!! Vou contar algumas:

Certamente a sua lavanderia tem prendedores de roupas (ou a despensa, se você tiver coragem de admitir). O primeiro prendedor - um modelo formado por uma única peça sem mola - foi inventado pela comunidade shaker em 1.700. 

Esse modelo foi aperfeiçoado por David Smith e Solon Moore, entre 1853 e 1887, até chegar no pregador que conhecemos, produzido em várias versões. 


Em 1922, Stephen Poplawski foi o primeiro inventor a colocar uma lâmina dentro de um recipiente e, com isso, inventar o liquidificador.

Posteriormente, o invento foi aperfeiçoado e patenteado por Fred Osius, que chegou à versão final de sua máquina de misturas em 1937, ano em que chegou ao varejo custando algo em torno de 25 dólares.

Antes de Poplawski, o objeto mais próximo de um liquidificador era o recipiente com hélice da foto acima, que era usado para esmagar frutas, sem o uso de eletricidade.



Pode ser que você tenha um ferro à brasa como cachepot de flores ou abajur e muito provavelmente a sua avó conta histórias sobre o seu uso. 

O primeiro ferro elétrico leve de Earl Richardson, em 1903, entretanto, teve muitas reclamações, pois superaquecia no centro. 

Richardson, então, aperfeiçoou o invento, deslocando o aquecimento para a ponta fina, o que, de quebra, facilitou muito o processo de passar nas áreas de botões e babados. Essa sacada genial agradou às clientes e, em 1905, nasceu a primeira indústria de ferros elétricos que levava o nome do inventor.

O termostato, aparelho que permitiu regular a temperatura do ferro, só veio em 1927, pela indústria Silex.


Um filho de bom coração foi o inventor da primeira máquina de secar roupas. Com dó por sua mãe precisar estender a roupa durante o inverno rigoroso da Dakota do Norte, J. Ross Moore criou um tambor de óleo aquecido no celeiro da sua casa. 

Após alguns aperfeiçoamentos e alterações, chegou à uma versão movida a gás e eletricidade, que patenteou em 1935. Porém, com dificuldades financeiras, vendeu seu projeto para a Hamilton Manufacturing, apenas um ano depois e nunca usufruiu do retumbante sucesso de seu invento. 


Imagine instalar um quadro ou colocar cortinas sem o uso de uma furadeira. Impossível, não é? 

Se hoje você pode usar uma furadeira em casa para variados reparos domésticos, agradeça o alemão Wilhelm Emil Fein, que a transformou em uma ferramenta portátil em 1895. 

A primeira furadeira, contudo, foi inventada em 1889, na Austrália.



Ninguém sabe do que uma dona de casa motivada é capaz!

Em 1908, a dona de casa Melitta Benz tentou filtrar o seu café com papel, na tentativa de deixá-lo menos amargo. Nascia assim o coador de papel. 

A ideia de Dona Melitta foi patenteada e hoje a empresa que leva seu nome é mundialmente conhecida, empregando mais de 3 mil pessoas. 



Sabão em pó, sabão em pedra, detergente, sabonete... Já pensou em quantas variáveis de sabão existem na sua casa?

Mas nem sempre foi assim. Em tempos remotos, lavava-se a roupa com urina! isso mesmo. E tem fundamento científico: o amoníaco presente na urina funcionava como um alvejante para as roupas. 

As esquisitices não param por aí: o sabão também já foi usado pelos romanos como emplastros para o tratamento de ferimentos e queimaduras. 

Embora existam registros de Plínio (23-79 d.C.) sobre a confecção do sabão mole, foi com o francês Michel Eugene Chevreul que a formação do sabão firmou-se como uma reação química e a partir desse registro, o sabão evoluiu para todas as formas cheirosinhas e eficientes que conhecemos. 

O sabão em pó como você conhece e usa para lavar as roupas surgiu nos EUA, em 1946, com o nome de Tide, e é resultado de um processo de atomização. 


O teflon surgiu de uma descoberta acidental do cientista Roy J. Plunkett e sua equipe, em 1938 e foi patenteado em 1944, sendo o seu primeiro uso como revestimento de materiais usados no enriquecimento de urânio. 

Louis Hartmann, em 1950, concluiu que essa resistência do teflon seria muito útil em utensílios domésticos, pois suportava altas temperaturas e tinha propriedades antiaderentes. Mas ainda havia um problema: fazer o teflon aderir à liga de alumínio. 

Louis resolveu esse problema aplicando ácido clorídrico na zona do alumínio que receberia o teflon. Pronto, nasceu a panela que nunca mais deixa a sua omelete grudar.

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